Economia e Negócios

Impressão de segurança previne falsificações no mercado de beleza

Primi
tecnologia investiu em processo rastreável para proteger consumidores finais
dos seus clientes

O mercado de
beleza importada e de prestígio no Brasil cresceu 10% no primeiro trimestre de
2026, superando a média mundial de 7%. O país, segundo os dados divulgados pela
Circana
Consultoria, concentra cerca de um terço das vendas regionais da América
Latina, impulsionado por consumidores conectados digitalmente que buscam itens
de luxo acessível, como batons, hidratantes e perfumes.

“O consumidor
brasileiro está conectado às tendências globais por meio do ambiente digital e
isso ao mesmo tempo em que favorece a entrada de novas marcas e produtos,
também acende o alerta para a falsificação”, explica Victoria Ferreira, coordenadora
de projetos estratégicos e desenvolvimento da Primi Tecnologia. A empresa de
impressão de segurança viu seu portifólio de clientes crescer no nicho de
beleza premium na mesma proporção em que o mercado passou a consumir as
novidades.

“As marcas
querem dar mais segurança aos seus consumidores e, por isso, nós desenvolvemos
um sistema de rastreabilidade que mostra toda a jornada do produto desde a sua origem.
As informações ficam num selo impresso com múltiplas camadas de segurança como
código não sequencial, geolocalização, uso de IA para reconhecimento, e mais
algumas que se combinam para formar um DNA único e visível em tempo real”,
detalha Victória Ferreira.

Segundo a
executiva da Primi, o melhor para o consumidor é a certeza de estar comprando
um produto legítimo apenas fotografando o selo. “Não precisa baixar aplicativo.
Tudo já aparece na tela. O monitoramento é sofisticado a ponto de ser simples
para quem compra e muito eficiente para quem vende”, enfatiza Victoria Ferreira.

O processo
criado a partir da demanda do mercado de beleza de luxo já está sendo procurado
por marcas de suplementos, medicamentos e bebidas.

Como agem os
falsificadores no mercado premium?

No ano passado uma única operação da Polícia Civil em Campinas (SP)
desmontou um esquema
criminoso
de falsificação de produtos que chegou a movimentar R$ 12
milhões. A investigação mostrou que havia de perfumes a celulares espalhados em
30 galpões e mansões. O caso revelou o modo de agir dos golpistas.

Os lotes são feitos em laboratórios clandestinos ou comprados de
fornecedores da China e do Paraguai, seguindo as tendências dos produtos que
mais são buscados nas mídias sociais. As embalagens simulam as marcas originais
com realismo. Nas plataformas de
e-commerce os criminosos criam muitos perfis de lojas virtuais para pulverizar
as vendas e dificultar o rastreamento policial. Ligados ao caso de Campinas foram
identificadas 154 lojas virtuais. Com impulsionamento, lives e preços atraentes
os falsificadores vendem milhares de peças ao dia.

Sobre a Primi Tecnologia

A Primi Tecnologia
é referência em impressão de segurança, rastreabilidade e controle de sistema
digital para produtos dentro e fora do Brasil. Heptacampeã do Prêmio Excelência
Gráfica Fernando Pini, a empresa garante a identificação confiável e sigilosa de
pessoas e coisas por meio da união entre o mundo virtual e físico, utilizando o
que há de mais moderno no mercado. Na High Security Printing (HSP)
deste ano, na Guatemala, a Primi se destacou ao apresentar ao mercado uma
inovadora cédula sustentável, desenvolvida a partir de fibras de algodão
recicladas provenientes de resíduos de papel-moeda.

(Crédito: Divulgação)

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