Economia e Negócios

A dor da perda e o impacto da falta de um plano funerário

A perda de um ente querido já é, por si só, um momento de profunda dor. No entanto, para muitas famílias que não possuem um plano funerário, o luto vem acompanhado de decisões urgentes, burocracias e custos inesperados, tornando a despedida ainda mais difícil. A falta de planejamento obriga os familiares a lidar com questões práticas justamente quando estão emocionalmente fragilizados.

Para Patrícia Meireles, diretora da Cred Urna, o planejamento é uma forma de cuidado com quem fica. “O plano funerário não elimina a dor da perda, mas evita que a família precise tomar decisões difíceis em um momento de fragilidade”, afirma.

Além do impacto emocional, a ausência de um plano funerário pode gerar endividamento e conflitos familiares. Em poucas horas, é necessário escolher serviços, organizar documentação e arcar com despesas que, muitas vezes, não estavam previstas no orçamento. Essa realidade é mais comum do que se imagina e afeta famílias de diferentes perfis sociais.

Diante desse cenário, o planejamento antecipado deixa de ser apenas uma questão financeira e passa a ser um ato de responsabilidade e amor. Ter um plano funerário significa garantir que, no momento da perda, a família possa se concentrar no que realmente importa: viver o luto, receber apoio e se despedir com dignidade, sem a pressão de resolver questões práticas às pressas.


Sobre a Rede Memorial Fortaleza

Desde 1995, a Rede iniciou suas atividades com a funerária Cred Urna. Em 2001, inaugurou o Cemitério Memorial Fortaleza, e em 2017 fundou o Instituto Revoar, promovendo reflexão e cuidado com a saúde emocional de forma gratuita. Mais recentemente, a rede lançou o Memorial Fortaleza Pet, ampliando o acolhimento às famílias.

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