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L7nnon, Eli Soares, Papatinho estão juntos em “Improvável”, faixa que inaugura o projeto “Só Fé”, série de colaborações entre alguns dos principais nomes da cena urbana e da música gospel

Idealizado por Roger Vale e Alexandre Duncan, o projeto reúne 20 artistas em sete faixas inéditas, uma webserie e um álbum produzido por Papatinho para retratar um novo momento da cultura brasileira, em que a fé conecta diferentes gerações e estilos musicais

O Só Fé apresenta um dos maiores encontros já realizados entre artistas da música urbana e do gospel no Brasil. São 20 nomes reunidos em sete faixas inéditas, uma webserie em oito episódios e um álbum produzido por Papatinho, tendo a fé como elo entre diferentes trajetórias musicais e como reflexo de uma transformação cultural que já pode ser observada nas ruas, nas igrejas e nas playlists da nova geração. O projeto foi idealizado por Roger Vale e Alexandre Duncan, que também assinam a direção artística.

Ouça aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/Improvavel

O movimento estreia hoje (18/set) com o lançamento de “Improvável”, faixa que marca o encontro inédito de L7nnon, Eli Soares e Papatinho, que também assinam juntos a autoria da música. O single inaugura uma série de colaborações entre alguns dos principais nomes da cena urbana e da música gospel.

A música reúne as vozes de dois artistas de segmentos distintos: Eli Soares trouxe seu característico R&B, enquanto L7nnon entrou seus potentes versos, como mostra o refrão: “Eu era o improvável da história / Pedra esquecida sem glória / Mas Deus olhou lá de cima e me viu / Quando ninguém acreditou / Deus decidiu”.

“É uma alegria fazer parte de algo tão especial que une dois mundos e traz a mensagem do Evangelho. Eu fico muito feliz e honrado em participar desse projeto, que tem o feat com o L7NNON, a produção do Papatinho e tanta gente boa. É um privilégio poder glorificar o nome de Jesus através da nossa arte. E esse é o nosso propósito”, diz Eli Soares.

“Essa é uma música que leva a vida, a esperança, que faz as pessoas acreditarem em si e saberem que tem um Deus misericordioso que acredita na nossa mudança, na nossa melhora. Então, acho que essa é uma ponte para resgatar e reacender a chama daquilo que vai se apagando com o tempo, ou das coisas que você, sem perceber, vai se distanciando. Ela é para você reconhecer que é dependente de algo maior, no meu caso, que acredita em Jesus, Deus, no Espírito Santo, que mudou e fez ser o que eu sou hoje”, disse L7nnon.

Nas periferias, nas playlists e nas conversas da nova geração, a música urbana e o gospel já convivem há bastante tempo. Jovens transitam naturalmente entre o trap e o louvor, construindo uma relação com a fé que não cabe mais em definições rígidas. É desse movimento que já acontece nas ruas do Brasil que nasce o Só Fé, reunindo artistas dos dois universos em encontros inéditos para transformar uma conexão cultural em música, diálogo e conteúdo audiovisual.

“A gente não criou uma conexão. Só colocou no mesmo estúdio uma conversa que já estava acontecendo nas ruas do Brasil”, resume Papatinho.

Cada encontro foi pensado para ir além da afinidade musical. As combinações aproximam artistas que dificilmente dividiriam o mesmo processo criativo, criando um espaço onde experiências de vida, diferentes perspectivas e trajetórias se cruzam de maneira espontânea. O resultado são canções que falam sobre fé, transformação, identidade, esperança e recomeço sem se prender aos limites tradicionais de um gênero musical.

“Mais do que unir artistas, este projeto une propósitos. Acreditamos que a verdadeira fé rompe barreiras, aproxima pessoas e faz da música uma ponte para levar esperança, amor e transformação”, afirma Roger Vale, diretor artístico do projeto.

Essa proposta também se estende à webserie que acompanha todo o processo criativo. Dividida em oito episódios, a produção registra os bastidores de cada encontro, desde a primeira conversa entre artistas que muitas vezes sequer se conheciam até o processo de composição, gravação e construção das faixas. Mais do que mostrar o making of de um álbum, a série revela as histórias pessoais, os pontos de convergência, as divergências e as reflexões sobre espiritualidade, origem, propósito e carreira que surgem durante o processo criativo.

“Gravamos esse projeto na Papatunes, ao lado de grandes amigos. Espero que este seja apenas o começo de um formato que siga vivo, independentemente da gente. Que esses dois universos continuem se encontrando, se conectando e gerando muitas parcerias musicais, com ou sem o Só Fé”, conta Alexandre Duncan, que também assina a direção artística do projeto.

Os lançamentos acontecem em sequência, conduzindo o público até o álbum completo enquanto novos episódios da webserie aprofundam a história por trás de cada colaboração. A proposta é que cada faixa seja apresentada como um capítulo de um movimento maior, construído a partir de encontros reais entre artistas que representam algumas das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea.

Ao reunir nomes que, juntos, alcançam milhões de ouvintes mensais e exercem forte influência sobre diferentes públicos, o Só Fé reforça que a fé não pertence a um único estilo musical. Ela atravessa gêneros, gerações e territórios, conectando artistas que ajudam a contar a história de um Brasil onde a rua e a igreja já não caminham em direções opostas, mas dividem a mesma trilha sonora.

(Crédito: Amanda Guimarães)

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